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Dr. Bacchiocchi

Introdução
[Dr. Carl Coffmann, Chefe do Depto. de Religião da Universidade Andrews]:

Bem-vindos à segunda sessão deste Seminário do Dia do Senhor.  Na primeira sessão o Pr. Bacchiocchi narrou a empolgante história de como o Senhor o conduziu a uma universidade do Vaticano, em sua busca por mais profundo entendimento de qual é o Dia do Senhor e o que deve representar para a nossa vida cristã hoje.
Nesta sessão o Dr. Bacchiocchi apresentará alguns benefícios práticos da observância do sábado. O seu título dá enfoque à necessidade humana, “Descanso divino para a inquietude humana”. Este é o título de seu último livro que já foi traduzido para 10 idiomas. Ele sumariará alguns dos pontos altos desse oportuno estudo sugerindo sete maneiras pelas quais a observância do sábado nos permite que Nosso Salvador enriqueça nossas vidas com uma medida maior de Seu próprio descanso e paz divinos.
Antes da apresentação do Dr. Bacchiocchi ouçamos novamente as significativas palavras do hino, “Quando paz como um rio me segue no caminho”, cantado pelo tenor Kerry MacCombs. Sua esposa Tammy o acompanha ao piano.
Oremos para que ao longo desta mensagem, do cântico, e da palavra falada, Deus possa nos ajudar a ver como cada de um de nós pode experimentar paz verdadeiramente como um rio em nossas almas.

Oremos: Nosso Pai, em Isaías 26:3 prometeste que podemos ter perfeita paz quando nossas mentes permanecem em Jesus. Isto todos precisamos tanto, e ao estudarmos sobre o sábado de Jesus e as bênçãos que Ele tem para nós em relação com o Teu Santo dia, que nossas taças possam transbordar com gozo e paz celeste, em nome de Jesus, amém.

Apresentação musical por Kerry McCombs, estudante da Universidade Andrews, cantando “Paz Como Um Rio”, acompanhado ao piano pela esposa Tammy.

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Prof. Azenilto G Brito

A revista de circulação mundial A Sentinela, de 15/12/92, editada pela organização religiosa Torre de Vigia, das ‘testemunhas de Jeová’, trouxe um artigo em destaque com o título “Por Que é Tão Fácil Mentir?” que apresenta alguns pontos muito bons e desperta séria reflexão. Na página 22, dito artigo assim define a mentira:

“‘1. uma falsa declaração ou ação, especialmente que seja feita com intenção de enganar. . . 2. Qualquer coisa que dê ou tenha a intenção de causar uma falsa impressão’. A intenção é levar outros a crerem em algo que o mentiroso sabe não ser verdade. Por mentiras ou meias-verdades, ele se empenha em enganar aqueles que têm o direito de saber a verdade”.

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“O papa João Paulo II escreveu na semana passada aos bispos dos Estados Unidos expressando dor e preocupação com o volume de casos de má conduta sexual, e anunciou uma comissão de peritos para examinar o problema”.

E conclui seu comentário informativo: “No ano passado um sacerdote aidético na Inglaterra acusou a moral vaticana de induzir os padres ao homossexualismo: ‘Como é sempre suspeita a proximidade de um padre com uma mulher, muitos preferem—ou são coagidos a—manter relacionamentos masculinos’, disse ele. Isso levou Janer Cristaldo, da Folha de São Paulo a escrever: ‘A grande ré não é a sociedade, mas uma Igreja que nega algo inerente ao ser humano’”. (Op. Cit., pág. 12).

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Samuele Bacchiocchi

A crença na imortalidade da alma deriva de um entendimento dualístico da composição da natureza humana. Historicamente, a vasta maioria dos cristãos tem crido e ainda crê que a natureza humana é dualística, consistindo de um corpo material e mortal, e uma alma imaterial, imortal. Por ocasião da morte, a alma se desligaria do corpo e sobreviveria num estado desincorporado, seja no gozo do paraíso ou no tormento do inferno. Isso significa que a primeira etapa em analisar de uma perspectiva bíblica a crença popular na vida desincorporada após a morte é estudar o que a Bíblia nos ensina com respeito à composição da natureza humana. Este será o enfoque e nossa atenção neste estudo.
Até recentemente apenas um punhado de denominações evangélicas, nem sempre consideradas cristãs, ensinavam e pregavam que a natureza humana é holística, consistindo de um ser indivisível, sendo o corpo, alma, e espírito somente características da mesma pessoa. A alma é o princípio animado do corpo manifesto na consciência, pensamento—os aspectos da vida de um indivíduo. Por ocasião da morte, o corpo e alma não se separam, mas simplesmente cessam de existir e descansam de modo inconsciente na sepultura até a ressurreição. Nesse tempo, a pessoa mortal integral será ressuscitada, seja para a vida eterna ou para a morte eterna.

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