O Divino Manual Para o Funcionamento da Máquina Humana

Azenilto G. Brito

Comprei uma bicicleta nova na primavera passada, e o manual de como montá-la, fazê-la funcionar, usá-la em segurança era quase tão volumoso quanto o de um automóvel. Tudo porque o fabricante quer que o usuário tenha o seu equipamento na mais eficiente e durável aplicação.

Deus, o Criador, não agiria diferente de qualquer fabricante de equipamento humano, deixando a “máquina” que criou sem ser acompanhada de seu devido “manual”. Assim, Ele estabeleceu leis para que o homem faça funcionar devidamente a “máquina” de seu organismo. As leis de saúde regulam o melhor para o consumo alimentar humano, com os aspectos higiênicos como claras medidas profiláticas para preservar essa boa saúde de Suas criaturas.

Na verdade, os próprios defensores do “liberou geral” quanto a tais regras admitem que o motivo de Deus ter dado leis detalhadas sobre alimentação seria exatamente esse: conceder ao homem mecanismos de defesa ante as condições atrasadas para as criaturas divinas, especialmente quando não havia hospitais, clínicas, laboratórios, medicamentos e tratamentos modernos. É verdade, só que com isso não sabem justificar por que, da noite para o dia, elas teriam que cessar, já que as condições que poderiam ser detrimentes ao homem prosseguiram justificando tais cuidados divinos, tanto na Terra de Judá, quanto nas demais terras por onde o evangelho seria propagado.

As regras alimentares da Bíblia praticamente definem o que para o homem deve constituir “alimento”. Caso contrário, o homem iria ignorar o que seria melhor para si e buscar consumir todo tipo de animais, cujo objetivo ecológico é outro, como no caso de  animais terrestres, aéreos e aquáticos. Estes dias li uma pequena nota na revista Readers’ Digest em que alguém pergunta a um morador do litoral por que não se caçavam as aves que voavam pelas praias para comer. O experiente morador litorâneo explicou que um tijolo posto ao forno para cozinhar terminaria mais macio do que uma gaivota e outros pássaros típicos da região marinha.

Por ignorar tais regras de alimentação é que muitas pragas e doenças têm afetado os seres humanos, como a própria infestação de AIDS, febre ebola e os ataques de pragas (como a peste negra da Idade Média) têm sido atribuídas à ingestão ou manipulação pelo homem de animais proibidos por Deus.

O sábado tem o seu aspecto também sanitário. Se Deus não estabelecesse um dia para o homem cessar suas atividades, sua tendência seria trabalhar mais e mais, sem detença, prejudicando-se física e mentalmente. Deus sabiamente associou um dia para seu descanso com um tempo especial para adoração a Ele, estabelecendo, assim, os limites necessários ao homem e criando um meio para o seu refrigério espiritual. Jesus demonstrou interesse pela melhor saúde de seus discípulos nesse aspecto do descanso físico quando, certa vez, apelou-lhes: “Vinde vós, à parte, para um lugar deserto, e descansai um pouco” — Marcos 6:31.

Até a questão da lei do dízimo tem a sua lógica benfazeja. Deus não precisa do dinheiro do homem, mas criou normas para a manutenção do ministério de modo que houvesse participação de Seus filhos. Do contrário, a tendência humana seria egoisticamente reunir mais e mais para si, sem pensar na responsabilidade da Obra que o homem tem a seu encargo concluir sobre este planeta: pregar o evangelho para toda criatura e assim promover até o “fim” de todas as coisas (Mat. 28:19, 20 e 24:14).

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