Dr. Bacchiocchi

Introdução
[Dr. Carl Coffmann, Chefe do Depto. de Religião da Universidade Andrews]:

Bem-vindos à segunda sessão deste Seminário do Dia do Senhor.  Na primeira sessão o Pr. Bacchiocchi narrou a empolgante história de como o Senhor o conduziu a uma universidade do Vaticano, em sua busca por mais profundo entendimento de qual é o Dia do Senhor e o que deve representar para a nossa vida cristã hoje.
Nesta sessão o Dr. Bacchiocchi apresentará alguns benefícios práticos da observância do sábado. O seu título dá enfoque à necessidade humana, “Descanso divino para a inquietude humana”. Este é o título de seu último livro que já foi traduzido para 10 idiomas. Ele sumariará alguns dos pontos altos desse oportuno estudo sugerindo sete maneiras pelas quais a observância do sábado nos permite que Nosso Salvador enriqueça nossas vidas com uma medida maior de Seu próprio descanso e paz divinos.
Antes da apresentação do Dr. Bacchiocchi ouçamos novamente as significativas palavras do hino, “Quando paz como um rio me segue no caminho”, cantado pelo tenor Kerry MacCombs. Sua esposa Tammy o acompanha ao piano.
Oremos para que ao longo desta mensagem, do cântico, e da palavra falada, Deus possa nos ajudar a ver como cada de um de nós pode experimentar paz verdadeiramente como um rio em nossas almas.

Oremos: Nosso Pai, em Isaías 26:3 prometeste que podemos ter perfeita paz quando nossas mentes permanecem em Jesus. Isto todos precisamos tanto, e ao estudarmos sobre o sábado de Jesus e as bênçãos que Ele tem para nós em relação com o Teu Santo dia, que nossas taças possam transbordar com gozo e paz celeste, em nome de Jesus, amém.

Apresentação musical por Kerry McCombs, estudante da Universidade Andrews, cantando “Paz Como Um Rio”, acompanhado ao piano pela esposa Tammy.

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Dr. Samuele Bacchiocchi
Traduzido por Azenilto G. Brito

[Dr. Carl Coffmann, Chefe do Depto. de Religião da Universidade Andrews]

Benvindos a este seminário especial sobre O Dia do Senhor que tem ajudado cristãos em muitas partes do mundo a encontrar maior paz e descanso para suas vidas mediante um maior entendimento e experiência dos benefícios do santo dia do Senhor.
Nosso orador, Dr. Samuele Bacchiocchi, mais bem conhecido como Irmão Sam, é uma destacada autoridade no tema da história e teologia do dia do Senhor, tendo escrito dois best-sellers sobre este assunto.

Sua formação é singular. Ele nasceu e se criou em Roma, Itália. Seguiu sua educação superior na Inglaterra, depois nos Estados Unidos, e finalmente em sua Itália nativa. Obteve um doutorado em história eclesiástica na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma onde foi o primeiro não-católico a ali graduar-se. Ele obteve as medalhas de prata e ouro, doadas pelo papa Paulo VI por sua distinção acadêmica. Presentemente é professor de História Eclesiástica e Teologia na Universidade Andrews, de Berrien Springs, Michigan, EUA [Obs.: a fita foi gravada antes de o Dr. Bacchiocchi ter-se aposentado].

O Dr. Bacchiocchi também é membro da Sociedade de Literatura Bíblica e tem contribuído com inúmeros artigos para várias publicações e periódicos religiosos. Durante os últimos anos, o Dr. Bacchiocchi tem conduzido Seminários do Dia do Senhor por toda América do Norte e no exterior. Mediante seus livros e conferências ele tem ajudado milhares de pessoas a encontrarem um descanso e renovação interiores pela celebração do dia do Senhor. É nossa fervorosa esperança que este seminário traga enriquecimento espiritual a sua vida.
Nesta primeira de suas quatro apresentações o Dr. Bacchiocchi vai relatar seu próprio emocionante testemunho do que o sábado tem significado em sua própria vida, e como o transformou?  Oremos para que mediante este seminário Deus nos ajude a melhor compreender este tema, como Ele.

        Oração: “Nosso Pai celestial, tens abençoado muitos milhares ao ouvir este testemunho pessoal dos lábios do Dr. Bacchiocchi. Abençoa-nos como tens abençoado outros agora ao ouvirmos esta emocionante história de verdade, de como afetou sua vida e como pode também afetar as nossas, em nome de Jesus, amém”. Continuar Lendo »

Roberto D. Brinsmead

El Patrón de la Historia de la Redención 5

Los actos pactales de justicia y de juicio, en el Antiguo Testamento, reflejan o retratan la muerte y resurrección de Cristo. El evento mesiánico es un acto pactal (Mat. 26:28; Luc. 1:72), de justicia (Rom. 1:17; 3:21-26) y de juicio (Juan 12:31; Heb. 9:27, 28).

Cada uno de estos tres aspectos del acto de Dios en Cristo ameritan una presentación completa. Pero sólo podemos mostrar brevemente cómo este gran acto de Dios, al igual que los actos simbólicos del Antiguo Testamento, es tanto punitivo como salvador. Es una manifestación de la ira tanto como de la misericordia divina.

Algunos reconocen las metáforas legales y jurídicas del Nuevo Testamento, pero las conciben sólo como un elemento entre tantos otros. Tales eruditos enfatizan que el Nuevo Testamento usa también metáforas pastorales, domésticas, médicas, horticulturales y demás. Dicen ellos: “Las metáforas legales sólo pueden atraer a cierta clase de gente-a los que son bastante desafortunados como para tener una mente legal-pero nosotros preferimos las metáforas más atractivas”. Por supuesto que el Nuevo Testamento usa en la predicación de Cristo otros simbolismos distintos del legal. Pero el motivo legal es abrumadoramente central. Junto con el elemento histórico, forma el marco de la teología novotestamentaria. Los que deseen tratar de comprender el mensaje del Nuevo Testamento deben aceptar el elemento jurídico de la teología bíblica. Es irrelevante lo que piensen de esto, es decir, si resulta o no atractivo para ellos. Y si quieren evitar malentenderlo o distorsionarlo deben prestar atención al marco evangélico dado por Dios. Continuar Lendo »

Prof. Azenilto G. Brito

Cristo declarou em Marcos 7:18-20: “Não compreendeis que tudo o que de fora entra no homem não o pode contaminar, porque não lhe entra no coração, mas no ventre, e sai para lugar escuso? E assim considerou ele puros todos os alimentos. E dizia: O que sai do homem, isso é o que o contamina. Porque de dentro, do coração dos homens, é que procedem os maus desígnios, a prostituição, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as malícias, o dolo, a lascívia, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura: Ora, todos estes males vêm de dentro e contaminam o homem”.
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Prof. Azenilto G Brito

A revista de circulação mundial A Sentinela, de 15/12/92, editada pela organização religiosa Torre de Vigia, das ‘testemunhas de Jeová’, trouxe um artigo em destaque com o título “Por Que é Tão Fácil Mentir?” que apresenta alguns pontos muito bons e desperta séria reflexão. Na página 22, dito artigo assim define a mentira:

“‘1. uma falsa declaração ou ação, especialmente que seja feita com intenção de enganar. . . 2. Qualquer coisa que dê ou tenha a intenção de causar uma falsa impressão’. A intenção é levar outros a crerem em algo que o mentiroso sabe não ser verdade. Por mentiras ou meias-verdades, ele se empenha em enganar aqueles que têm o direito de saber a verdade”.

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A Sociedade Torre de Vigia, organização religiosa que comanda os trabalhos das chamadas “testemunhas de Jeová” por todo o mundo, sempre busca obter respaldo de eruditos para sua teologia peculiar e costuma citar autoridades que dêem apoio a suas teses. É uma forma de causar uma impressão de erudição ou autoridade quanto a muitos de seus ensinos, deixando os leitores convencidos do elevado gabarito e profundidade de pesquisa dos que redigem suas publicações. Puro “jogo de cena”.

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“O papa João Paulo II escreveu na semana passada aos bispos dos Estados Unidos expressando dor e preocupação com o volume de casos de má conduta sexual, e anunciou uma comissão de peritos para examinar o problema”.

E conclui seu comentário informativo: “No ano passado um sacerdote aidético na Inglaterra acusou a moral vaticana de induzir os padres ao homossexualismo: ‘Como é sempre suspeita a proximidade de um padre com uma mulher, muitos preferem—ou são coagidos a—manter relacionamentos masculinos’, disse ele. Isso levou Janer Cristaldo, da Folha de São Paulo a escrever: ‘A grande ré não é a sociedade, mas uma Igreja que nega algo inerente ao ser humano’”. (Op. Cit., pág. 12).

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John C. Brunt*

Neste artigo o autor analisa a visão sobre o divórcio do Novo Testamento à luz dos diferentes contextos histórico-culturais abrangidos e traz uma importante contribuição para o entendimento desta questão à luz de nossos tempos, quando o problema do divórcio e novo casamento se revela tema de implicações éticas de crescente relevância no seio da Igreja contemporânea.1

Há não muito tempo, assisti a uma reunião de comissão de igreja que durou duas horas e meia. Duas horas foram gastas em dois itens: dois casos de divórcio. Após essas duas horas de discussão às vezes vigorosa, a mesa revelou-se incapaz de chegar a uma conclusão e remeteu ambos os casos a outras comissões (uma das quais teve que criar) para estudo adicional. Essa situação dificilmente seria incomum. Divórcio e novo casamento apresentam à igreja alguns de seus mais difíceis dilemas.

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Azenilto G. Brito

Comprei uma bicicleta nova na primavera passada, e o manual de como montá-la, fazê-la funcionar, usá-la em segurança era quase tão volumoso quanto o de um automóvel. Tudo porque o fabricante quer que o usuário tenha o seu equipamento na mais eficiente e durável aplicação.

Deus, o Criador, não agiria diferente de qualquer fabricante de equipamento humano, deixando a “máquina” que criou sem ser acompanhada de seu devido “manual”. Assim, Ele estabeleceu leis para que o homem faça funcionar devidamente a “máquina” de seu organismo. As leis de saúde regulam o melhor para o consumo alimentar humano, com os aspectos higiênicos como claras medidas profiláticas para preservar essa boa saúde de Suas criaturas.

Na verdade, os próprios defensores do “liberou geral” quanto a tais regras admitem que o motivo de Deus ter dado leis detalhadas sobre alimentação seria exatamente esse: conceder ao homem mecanismos de defesa ante as condições atrasadas para as criaturas divinas, especialmente quando não havia hospitais, clínicas, laboratórios, medicamentos e tratamentos modernos. É verdade, só que com isso não sabem justificar por que, da noite para o dia, elas teriam que cessar, já que as condições que poderiam ser detrimentes ao homem prosseguiram justificando tais cuidados divinos, tanto na Terra de Judá, quanto nas demais terras por onde o evangelho seria propagado.

As regras alimentares da Bíblia praticamente definem o que para o homem deve constituir “alimento”. Caso contrário, o homem iria ignorar o que seria melhor para si e buscar consumir todo tipo de animais, cujo objetivo ecológico é outro, como no caso de  animais terrestres, aéreos e aquáticos. Estes dias li uma pequena nota na revista Readers’ Digest em que alguém pergunta a um morador do litoral por que não se caçavam as aves que voavam pelas praias para comer. O experiente morador litorâneo explicou que um tijolo posto ao forno para cozinhar terminaria mais macio do que uma gaivota e outros pássaros típicos da região marinha.

Por ignorar tais regras de alimentação é que muitas pragas e doenças têm afetado os seres humanos, como a própria infestação de AIDS, febre ebola e os ataques de pragas (como a peste negra da Idade Média) têm sido atribuídas à ingestão ou manipulação pelo homem de animais proibidos por Deus.

O sábado tem o seu aspecto também sanitário. Se Deus não estabelecesse um dia para o homem cessar suas atividades, sua tendência seria trabalhar mais e mais, sem detença, prejudicando-se física e mentalmente. Deus sabiamente associou um dia para seu descanso com um tempo especial para adoração a Ele, estabelecendo, assim, os limites necessários ao homem e criando um meio para o seu refrigério espiritual. Jesus demonstrou interesse pela melhor saúde de seus discípulos nesse aspecto do descanso físico quando, certa vez, apelou-lhes: “Vinde vós, à parte, para um lugar deserto, e descansai um pouco” — Marcos 6:31.

Até a questão da lei do dízimo tem a sua lógica benfazeja. Deus não precisa do dinheiro do homem, mas criou normas para a manutenção do ministério de modo que houvesse participação de Seus filhos. Do contrário, a tendência humana seria egoisticamente reunir mais e mais para si, sem pensar na responsabilidade da Obra que o homem tem a seu encargo concluir sobre este planeta: pregar o evangelho para toda criatura e assim promover até o “fim” de todas as coisas (Mat. 28:19, 20 e 24:14).

Roberto D. Brinsmead

El Patrón de la Historia de la Redención 4

Antes de que Jesús ascendiera al cielo, le dio este cometido a sus discípulos:

“Id por todo el mundo y predicad el evangelio a toda criatura” (Marcos 16:15 [Todas las citas bíblicas son de la versión Reina-Valera de 1960, a menos que se especifíque de otra manera]). Lucas registra el mismo cometido en estas palabras: “Así está escrito, y así fue necesario que el Cristo padeciese, y resucitase de los muertos al tercer día; y que se predicase en su nombre el arrepentimiento y el perdón de pecados en todas las naciones, comenzando desde Jerusalén” (Lucas 24:46,47). A partir de una comparación de estas dos escrituras queda en claro que el mensaje central del evangelio es el perdón de pecados. Este es el mensaje que Jesús ordenó que diera su iglesia. El día de Pentecostés Pedro proclamó, “Arrepentíos, y bautícese cada uno de vosotros en el nombre de Jesucristo para perdón de los pecados; y recibiréis el don del Espíritu Santo” (Hechos 2.38). Y nuevamente, cuando el evangelio fue dado por primera vez a los gentiles, Pedro se refirió al cometido de Cristo: “Y nos mandó que predicásemos al pueblo, y testificásemos que él es el que Dios ha puesto por Juez de vivos y muertos. De éste dan testimonio todos los profetas, que todos los que en él creyeren, recibirán perdón de pecados por su nombre” (Hechos 10:42,43).

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